High Fidelity
Hoje tem "Alta Fidelidade" no SBT. Este canal horrível é capaz de surpreender em alguns momentos raros durante a programação. Para quem não conhece, trata-se da passagem para a telinha do livro High Fidelity, do Nick Hornby, e conta a história de um cara que anda já pelos 30 anos mas é um completo adolescente, para quem a vida gira em torno de seus discos (e sua loja de discos) e de fazer listas do tipo "as cinco melhores primeiras faixas de todos os tempos". O grande lance, além da trilha sonora, é ver como amadurecer é complicado e algo completamente assustador. Rob Gordon (John Cusack) não passa de um sonhador com enorme azar no amor e ótimo gosto musical. Sinceramente? Este filme só pode ser sobre minha vida... Em homenagem ao filme, deixem nos comentários sugestões para "os cinco melhores", além de suas próprias listas, as melhores listas serão comentadas nos próximos posts.
Escrito por Donizetti às 19h05
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How Soon Is Now (Smiths II)

How Soon Is Now I am the son And the heir Of a shyness that is criminally vulgar I am the son and the heir Of nothing in particular
You shut your mouth How can you say I go about things the wrong way I am Human and I need to be loved Just like everybody else does
There's a club, if you like to go You could meet somebody who really loves you So you go, and you stand on your own And you leave on your own And you go home And you cry And you want to die
When you say it's gonna happen "now", Well, when exactly do you mean? See I've already waited too long And all my hope is gone
Escrito por Donizetti às 18h46
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... But heaven knows I’m miserable now (Smiths I)
“In My life
Why do I give valuable time
To people who don’t care if I live or die”.
Está chegando este mês o novo disco do Sr. Patrick Morrissey e é uma boa oportunidade para comentar a banda da qual ele participava. Quem costuma ler este sítio deve ter visto um post sobre o fato de eu ter uma trilha sonora para cada momento de minha vida... Bem, se tem uma banda que tem dezenas de músicas nesta minha playlist essa banda é The Smiths.
Uma coisa que aprendi sobre a música, e sobre a arte em geral, é que às vezes só entendemos o significado de algo quando ele dialoga diretamente com nossas experiências. Quando os Smiths estavam no auge do sucesso eu os detestava porque simplesmente não entendia aquelas músicas. Já depois dos meus 20 anos a coisa mudou completamente!
Entendo as canções da banda como ironia e contradição acima de tudo. Para mim, as melodias gritadas pela guitarra do Johnny Marr são pura alegria. Algumas canções são até bem dançantes. A contradição está no fato de que as letras e a voz de Morrissey são tristes, desesperadas, desamparadas, ácidas e muitas vezes depressivas. É como se a banda dissesse “sinta a vida, mergulhe em seus sentimentos... mas tente ao menos manter aparências”, claro que em tom de crítica.
A faixa que dá o título deste texto (Heaven Knows I’m Miserable Now) me lembra dos meus tempos de depressão aguda, anos atrás, quando não conseguia encontrar sentido em absolutamente nada. Há a dor de não ser compreendido nos versos “how can they hear me say those words/and still they don’t believe me” (The Boy With The Thorn in His Side) que pareço sentir todos os dias. Também me identifico completamente com o delírio apaixonado e de entrega que está em “if a double-decker bus crashes into us/to die by your side/such a heavenly way to die” (There is a Light That Never Goes Out). É romântico e trágico de uma maneira atraente... Um bom disco para começar a conhecer a banda é “The Queen is Dead” (1986). Recomendo.
Escrito por Donizetti às 18h41
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Where is my mind?
Eu estou longe de ter a respostar para a pergunta ai de cima... Normalmente eu não sei! Mas não é esse o lance... Sabe quando uma música dá a exata dimensão do seu estado de espírito? Seja pela letra, pelo ritmo ou sei lá o que? Pois é... Entre ontem e hoje devo ter escutado esta música seguidamente umas 328 vezes... Vai um trecho legal:
Where is my mind (Pixies)
With your feet in the air and your head on the ground Try this trick and spin it, yeah Your head will collapse But there's nothing in it And you'll ask yourself
Where is my mind [3x]
Estou tentando seguir essas instruções aqui.. Mas não está dando muito certo.
Escrito por Donizetti às 17h18
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Pra cumemuié, uai (Segunda Parte)
A crônica do Post anterior foi citada num comentário do Babu a respeito da minha teoria de que tudo que nós homens fazemos e criamos de bom na verdade serve mesmo é para conseguir agradar as damas. Fiquei feliz em ver que minha teoria tem respaldo em texto tão bom de um dos meus cronistas favoritos: o Mario Prata (não deixem de clicar no site dele depois de lerem a crônica). Por favor não pensem vocês que eu fiz plágio, já que não conhecia nem a este texto do Prata nem a frase que ele cita do Cacá Rosset sobre os jogadores de futebol (que eu também cito como exemplo). Trata-se de uma feliz coincidência que serve apenas para mostrar que o que realmente queremos é cumemuié! Valeu pelo comentário, Babu!
Escrito por Donizetti às 16h48
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Pra cumemuié, uai.
Não fosse pelo microfone do repórter, poderia se dizer tratar-se de um filme bíblico. O sujeito estava todo coberto de lama, junto com mais 30 mil iguais a ele, escavando a terra lá em Serra Pelada. O documentário era antigo, é claro, mas passou na televisão outro dia. E o mineirinho ali, ao ser perguntado por que queria achar ouro e ficar rico, não pestanejou: "Pra cumemuié, uai". Claro. Que outro motivo ele teria? Só fiquei na dúvida se era para conquistar a sua mulher ou para transar com qualquer mulher. Provavelmente a segunda hipótese. O Cacá Rosset já tinha esta teoria há muitos anos: tudo que o homem faz, tudo, é com um único objetivo: cumemuié. O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê? O sujeito quer ficar famoso pra quê? O indivíduo malha, faz exercícios pra quê? Mulher! Pode ser até a própria. Mas a verdade é que é a mulher o objetivo do homem. O pavão também é assim. Os animais são assim. Os bichos só pensam nisto. Já as bichas, pra cumeomi. Fico imaginando aqueles ministros todos lá na posse e um dizendo para o outro, enquanto posam para fotografias: "Vai rolar muita mulher aqui no pedaço". O jogador quando faz o gol pensa a mesma coisa. O artista em close na novela tem certeza. Aquele candidato a prefeito naquela cidadezinha. Para o que ele quer aquele pequeno poder? As mulheres, antigamente, ficavam trancadas dentro de casa e se tratavam e ficavam bonitas apenas para os seus homens. Aí começaram a dar liberdade pras danadas e deu no que deu. O mundo ganhou vida, além da beleza, é claro. Pode continuar a ler, minha querida, que as barbaridades vão parar por aqui. Pode parar de me achar machista, machão ou coisa parecida. Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você. Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira. Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente. Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar um sujeito igual a ele, de bigode e tudo. Um mundo só de homens seria o grande erro da criação. Já dizia a velha frase que "atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher". O dito está envelhecido. Hoje eu diria que "na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher". É você, mulher, quem impulsiona o mundo. É você quem tem o poder, e não o homem. É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias. É mesmo para você que vai o ouro extraído lá na lama. Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens. E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher. Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua, nas telenovelas. Só homens. Já pensou? Filmes só com homens? Romance sem uma Capitu ou uma Madame Bovary? Um casamento sem noiva? Um mundo sem pinturas e saboneteiras? Um mundo sem sogras? Enfim,um mundo sem metas. Tá certo o mineirinho de Serra Pelada. Todo o ouro do mundo para as mulheres. E aos homens,um abraço. (Mário Prata)
Escrito por Donizetti às 16h30
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Mete Direito, Porra! Muita gente pode negar, outras vão ficar chocadas, mas a verdade é que grande parte dos momentos mais brilhantes da humanidade foram inspirados pela necessidade que o homem tem de deixar seus genes para a posteridade. Aposto que Einstein bolou a Teoria da Relatividade para ter mais assunto na hora de paquerar as gatinhas... O menino quando sonha ser jogador de Futebol pensa em ajudar a familia com o dinheiro e jogar em estádios lotados mas também, e principalmente, em quantas Marias -Chuteira ele terá o prazer de receber sob os lençóis. É fato! O problema é que essa busca, muitas vezes irracional, pode levar também a momentos patéticos e hilários. É disso que trata este blog que eu recomendo aqui (apenas para pessoas tão sem pudor quanto eu, e também para aqueles que fingem pudor, mas que adoram uma sacanagem). Entrem agora em http://metedireito.blogger.com.br e leiam as histórias (dizem que verídicas) das mocinhas Ninfetinha Cadilac e Princesinha Poltergeist, todas de rolar de rir!
Escrito por Donizetti às 15h38
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X coisas que eu odeio... Y coisas que eu adoro...
Quem está chegando nos 30 e/ou lê o que realmente é importante na Folha de São Paulo (quadrinhos) deve saber quem é o Angeli (http://www1.uol.com.br/angeli/). Eu cresci viajando com as tirinhas do cara. Tinha até uma camiseta do Bibelô (um dos personagens, aquele que xaveca até poste) quando eu estava na faculdade. Estranhamente as meninas nem falavam comigo quando aparecia com aquela camiseta... Ainda bem que o tecido era ruim e ela durou pouco, porque ainda por cima era amarela...
Vou plagiar uma idéia dele, já que vai aparecer neste espaço de vez em quando o “x coisas que eu odeio e y coisas que eu adoro”. Usei as incógnitas ai porque se não me engano no trabalho dele eram sempre 3 coisas odiadas e apenas uma legal. No meu caso, esse número vai variar de acordo com o meu humor, criatividade ou vontade de escrever. Lá vai a primeira, musical desta vez:
Duas coisas que odeio:
Metal Melódico (post a caminho): junte uma voz aguda de doer, guitarristas que acham que música é concurso de velocidade e um monte de temas relacionados com “universos” a lá Senhor dos Anéis. Sempre péssimo.
Punk de Boutique: o rapaz conhece apenas bandas como Offspring e Green Day. Compra umas camisetas e roupas rasgadas, mas todas inpecáveis. Cabelo “sujo” que o faz sempre procurar um espelho. Não faz idéia de quem sejam Dead Kennedys ou The Clash, gosta de Ramones porque todo mundo diz que é bom, mas ele não entende muito... Mesmo assim se acha o Punk! E ainda briga contra quem trai o "movimento".
E uma que adoro:
Clássicos do Rock com vocalistas “gagos”:
You Ain't Seen Nothing Yet (Bachman-Turner Overdrive)
My Generation (The Who)
Escrito por Donizetti às 15h06
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HOJE É O PRIMEIRO DIA DO RESTO DA SUA VIDA... E DA MINHA TAMBÉM (Parte 3)
*Leia este Post após ler "HOJE É... (Partes 1 e 2)
Objetivos REAIS da minha vida:
- Sim, quero ser mesmo professor universitário, mas apenas se realmente tiver algo a dizer.
Não quero ser como os picaretas que encontrei na Universidade.
-Publicar um livro de contos e crônicas, nem que tenha que distribuí-lo apenas entre os amigos.
-Meu apartamento pode ser em Sampa, Floripa, São Francisco ou na Holanda, pode ser um trailer também.
-Um emprego que me permita dormir as 4:00 da manhã e acordar as 11:00, mesmo que trabalhe todos os dias. Que minha atividade profissional seja algo que me realize, trabalhar apenas pela grana não faz ninguém feliz.
-Finalmente aprender a andar de skate e a tocar trompete (quero tocar numa banda de Jazz e não vou olhar para a platéia, afinal sou tímido).
-Quero vencer um campeonato de basquete daqueles ‘street’ em Los Angeles (adoro “Homens brancos não sabem enterrar”, mas eu sei).
-Nada de mulheres centradas! Não quero alguém para ocupar cargo de confiança em minha empresa e detesto pessoas que escolhem parceiros como quem analisa currículos, amar não é isso. Quero mulheres loucas e apaixonantes, que como eu mergulhem de cabeça no amor, e que este seja “eterno enquanto dure.”
Escrito por Donizetti às 05h54
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Diários Independentes
Trata-se do primeiro volume desta coletânea de novas bandas da Antimidia Records. Entre elas está o MonoCandy, banda que segundo os caras tem influências fortes do The Who e de garage bands dos anos 70. Para conferir, o blog é http://indiezine.zip.net/, onde você também encontra informações sobre outras bandas e sobre como comprar o disco.
Escrito por Donizetti às 20h09
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Playlist de hoje (idéia que copiei da Veri):
· She did it to me (Slade)
· En El 2000 (Natália LaFourcade)
· The Killing Moon (Echo And The Bunnymen)
· Uncertain Smile (The The)
· California (Phantom Planet)
· She Wants to Move (N.E.R.D)
· Juxtapozed With U (Super Furry Animals)
· Um Lugar do Caralho (Júpiter Maça)
· A Minha Menina (The Bees)
Escrito por Donizetti às 19h50
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HOJE É O PRIMEIRO DIA DO RESTO DA SUA VIDA... E DA MINHA TAMBÉM (Parte 2)
Objetivos para minha vida
· Voltar para a faculdade, me graduar como Psicólogo ou Jornalista e um dia fazer doutorado e ser professor universitário.
· Comprar um apartamento em São Paulo ou em uma das capitais dos estados do sul.
· Poder ter um carro que, se não do ano, que tenha não mais que cinco anos de idade.
· Ter um bom emprego de segunda a sexta ao menos para poder financiar os estudos.
· Encontrar um amor, uma mulher “centrada” e legal, que me ajude a conquistar tudo isso.
Escrito por Donizetti às 19h49
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HOJE É O PRIMEIRO DIA DO RESTO DA SUA VIDA... E DA MINHA TAMBÉM
Já sei que começar textos com letras de músicas não é nada original e pelo menos metade das pessoas que escrevem aqui fazem o mesmo. Mas este é um hábito meu e não vai mudar... Nada como buscar naquela música que você gosta (ou odeia) a inspiração para escrever. A frase do título deste post é de uma música da Rita Lee, do primeiro disco “solo” da carreira dela, bem antes da crise criativa que os artistas acabam tendo da “meia-idade” para frente. Sim, ninguém pode negar que a voz doce dos Mutantes hoje em dia só faz música de elevador. Pelo menos ela tem a desculpa da idade, diferentemente de outras cantoras nacionais.
Ouvi uma vez que os artistas deveriam ter a “dignidade” do Hendrix e morrer aos 27 anos. Claro que é exagero, mas é mesmo um saco ficar comprando discos dos Stones depois de 25 anos só para completar a coleção, e tenho medo de ver que tipo de música o Lennon estaria fazendo hoje. Já pensou a cabeça pensante dos Beatles aparecendo em clipes da Britney Spears? No caso de vários artistas da nossa “nova MPB” 27 anos é muito... A morte deveria ter aparecido aos 5 anos de idade.
Mas voltando ao objetivo deste post, a vida é mesmo complicada. Quantas vezes não sabemos o que fazer frente a tantas situações confusas e inusitadas, quantas vezes temos vontade de correr ou sumir quando fazemos alguma grande merda ou quando fazem com a gente? O legal apesar de tudo é que todo dia é “o primeiro dia do resto da sua vida”, como diz o Arnaldo Baptista no disco da Rita Lee.
Não importa o tamanho da besteira que você fez ou o tamanho da dor que está sentindo, sempre haverá um dia seguinte onde você tem a chance de recomeçar e fazer coisas diferentes, quase que do zero. O problema é que nós temos medo de encarar nossa vida como um livro cheio de páginas vazias prontas para serem escritas, e preferimos (mesmo que seja dolorido) ficar lamentando o passado ou vivendo de nostalgia. Aquela sensação de “eu era feliz e não sabia” que é sempre tão enganosa (vou falar mais de nostalgia aqui logo).
Estou escrevendo sobre isso hoje porque decidi voltar minha atenção ao que ainda posso fazer no futuro, apesar de todos os erros e lembranças do passado. Estou afastando da minha vida as coisas que me fazem mal, as lembranças ruins, e mergulhando de cabeça na idéia de preencher as páginas em branco do meu livro.
Escrito por Donizetti às 19h45
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I don't want to be anything other than me
Não sei se todos são assim, mas eu tenho praticamente 24 hs por dia uma trilha sonora para minha vida. A cada momento, cada situação e cada emoção há uma música que se não está tocando em algum aparelho está na minha cabeça, mesmo que eu não a esteja cantarolando... Parece maluco mas é divertido, minha vida fica parecendo um filme, onde a música ajuda a dar ênfase ao que está acontecendo e normalmente bate com o que estou sentindo. As duas letras que estou postando aqui são bem representativas do meu coração agora. Vou quebrar um pouco a tradição de colocar as capas dos discos, afinal não os estou comentando.
Substitute (The Who)
You think we look pretty good together You think my shoes are made of leather
But I'm a substitute for another guy I look pretty tall but my heels are high The simple things you see are all complicated I look pretty young, but I'm just back-dated, yeah
Substitute your lies for fact I can see right through your plastic mac I look all white, but my dad was black My fine linen suit is really made out of sack
I was born with a plastic spoon in my mouth The north side of my town faced east, and the east was facing south And now you dare to look me in the eye Those crocodile tears are what you cry It's a genuine problem, you won't try To work it out at all you just pass it by, pass it by
Substitute me for him Substitute my coke for gin Substitute you for my mum At least I'll get my washing done
I Don't Want To Be (Gavin Degraw)I don't need to be anything other Than a prison guard's son I don't need to be anything other Than a specialist's son I don't have to be anything other Than the birth of two souls in one Part of where I'm going, is knowing where I'm coming from I don't want to be Anything other than what I've been trying to be lately All I have to do Is think of me and I have peace of mind I'm tired of looking 'round rooms Wondering what I've got to do Or who I'm supposed to be I don't want to be anything other than me I'm surrounded by liars everywhere I turn I'm surrounded by imposters everywhere I turn I'm surrounded by identity crisis everywhere I turn Am I the only one who noticed? I can't be the only one who's learned I don't want to be Anything other than what I've been trying to be lately All I have to do Is think of me and I have peace of mind I'm tired of looking 'round rooms Wondering what I've got to do Or who I'm supposed to be I don't want to be anything other than me Can I have everyone's attention please? If you're not like this and that, you're gonna have to leave I came from the mountain The crust of creation My whole situtaion-made from clay to stone And now I'm telling everybody I don't want to be Anything other that what I've been trying to be lately All I have to do Is think of me and I have peace of mind I'm tired of looking 'round rooms Wondering what I've got to do Or who I'm supposed to be I don't want to be anything other than me I don't want to be
Escrito por Donizetti às 03h44
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Piangi Con Me

Esta cancion que estoy dejando aqui ahora es para mi querida amiga Macarena Calcagno que vive en santiago y ama la antigua música italiana. Espero que le guste.
Es el más grande suceso de la banda de Rock llamada The Rokes.
PIANGI CON ME
(Mogol - Shapiro)
Se ti fanno un po' soffrire
Perdonali perché,
non sanno cosa fanno,
io soffro come te.
Se il tuo sorriso triste
Non li ha convinti mai
Tu non li devi odiare,
perdonali se puoi,
qualcuno deve amare
e lo faremo noi.
One, two, three, four,
Shala la la la la piangi con me
Shala la la la la piangi con me,
domani forse cambierà, vedrai
Shala la la la la piangi con me,
piangi con me.
Se ti fanno un po' soffrire
Perdonali perché,
non sanno cosa fanno,
io soffro come te.
Se il tuo sorriso triste
Non li ha convinti mai
Tu non li devi odiare,
perdonali se puoi,
qualcuno deve amare
e lo faremo noi.
One, two, three, four,
Shala la la la la piangi con me
Shala la la la la piangi con me,
domani forse cambierà, vedrai
Shala la la la la piangi con me,
piangi con me.
Baby, oh baby ascoltami,
baby, baby ascoltami,
devi essere forte
devi essere forte
insieme a me,
insieme a me,
oh baby,
oh oh oh baby
oh oh baby
insieme a me
Shala la la la la piangi con me
Shala la la la la piangi con me,
domani forse cambierà...
Escrito por Donizetti às 02h30
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Verafisher

A gata da foto é a Larissa, vocalista da banda Verafisher, que tá pintando no cenário independente aqui de Sampa. Segundo elas, o som da banda é um "glam/punk/garage rock furioso". Duas coisas que são tesão nesta banda (além do óbvio) são o fato de a banda contar com duas baixistas e de terem uma versão absurda do clássico dos Stooges "I wanna be your dog". Abaixo a letra original e a versão das meninas... Agora cabe a vocês comentarem aí qual das versões é mais legal.
"I Wanna Be Your Dog"
(Stooges)
So messed up I want you here In my room I want you here Now we're gonna be Face-to-face And I'll lay right down In my favorite place And now I wanna be your dog Now I wanna be your dog Now I wanna be your dog Well c'mon Now I'm ready to close my eyes And now I'm ready to close my mind And now I'm ready to feel your hand And lose my heart on the burning sands And now I wanna be your dog And now I wenna be your dog Now I wanna be your dog Well c'mon
I Wanna be your Dog
(Verafisher)
Agora eu quero, ser sua cadela
Quero latir da sua janela
Quero comer ração na tijela
Quero dar um beijo nela
Agora eu quero, ser sua cadela
Agora eu quero, ser sua cadela
Agora eu quero, ser sua cadela
Vamos lá
Agora eu quero, ser sua cadela
Quero comer carne de panela
Quero mijar na sua canela
Quero cruzar naquela viela
Agora eu quero, ser sua cadela
Agora eu quero, ser sua cadela
Agora eu quero, ser sua cadela
Vamos lá
Escrito por Donizetti às 02h28
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It's Only Rock'n Roll But I Like It

Esse post é para esclarecer o nome do site para as pessoas que estão perguntando. Trata-se da faixa título da bolacha aí em cima (sim, era legal chamar discos de bolacha quando o mundo ainda era preto e branco). É um bom disco dos Stones (não dos melhores), de 1973. Segue a letra da música:
IT'S ONLY ROCK N ROLL (BUT I LIKE IT) (M. Jagger/K. Richards)
If I could stick my pen in my heart And spill it all over the stage Would it satisfy ya, would it slide on by ya Would you think the boy is strange? Ain't he strange?
If I could win ya, if I could sing ya A love song so divine Would it be enough for your cheating heart If I broke down and cried? If I cried?
I said I know it's only rock 'n roll but I like it I know it's only rock 'n roll but I like it, like it, yes, I do Oh, well, I like it, I like it, I like it I said can't you see that this old boy has been a lonely?
If I could stick a knife in my heart Suicide right on stage Would it be enough for your teenage lust Would it help to ease the pain? Ease your brain?
If I could dig down deep in my heart Feelings would flood on the page Would it satisfy ya, would it slide on by ya Would ya think the boy's insane? He's insane
I said I know it's only rock 'n roll but I like it I said I know it's only rock'n roll but I like it, like it, yes, I do Oh, well, I like it, I like it, I like it I said can't you see that this old boy has been a lonely?
And do ya think that you're the only girl around? I bet you think that you're the only woman in town
I said I know it's only rock 'n roll but I like it I said I know it's only rock 'n roll but I like it I said I know it's only rock 'n roll but I like it, like it, yes, I do Oh, well, I like it, I like it. I like it...
PS - Ta rolando "Benny And The Jets" (Elton John) agora. Som nostálgico para coroar uma madrugada triste.
Escrito por Donizetti às 01h07
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Almost Famous
Hoje um amigo perguntou se eu iria falar de cinema neste espaço. Achei uma ótima idéia e resolvi começar com um filme que para mim representa como ninguém o espírito da frase “It’s Only Rock n’ Roll But I Like It”. Muitas coisas tornam um filme inesquecível... Seja uma história envolvente sobre um assunto que adoramos, seja uma trilha sonora impecável (daquelas que nos fazem correr para a loja ou para o Kazaa) ou mesmo uma atriz linda que nos faz passar e repassar as cenas nas quais ela aparece. Bem, Cameron Crowe foi muito feliz em reunir todos esses elementos no ótimo “Almost Famous” (EUA, 2000). Sou suspeito para falar deste filme, afinal ele conta a história de um rapaz que quer ser jornalista e falar de Rock’n Roll (!!). Além disso, ele realiza tal sonho às voltas com a incrível Kate Hudson (filha da Goldie Hawn), melhor impossível. Não deixe de ver o filme e, não menos importante, vá atrás do disco ai do lado. Vale a pena!
Escrito por Donizetti às 00h55
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Tommy James and The Shondells
Hoje recebi um daqueles e-mails onde pedem para você escrever sobre as coisas que gosta, em forma de questionário. Até acho divertido responder a essas perguntas. Mas o mais interessante foi ver a resposta da pessoa que me mandou o e-mail para a pergunta “Qual a sua música romântica favorita?” A minha amiga cravou “CRIMSON & CLOVER” como a música favorita dela! Fiquei feliz... É realmente uma das mais belas músicas de todos os tempos. Mas o mais legal é que minha amiga tem 17 anos (ela sabe que estou falando dela) e, não que eu seja muito mais velho que isso, pouquíssimas pessoas nesta idade conhecem este som de 1969.
Este é o motivo deste último post de hoje. Apresentar para a galera de todas as idades o disco “CRIMSON & CLOVER”. A faixa título vendeu 5,5 milhões de cópias como single nas primeiras 8 semanas de lançamento e outras 3 faixas, pelo menos, venderam 3 milhões de cópias cada. Se quiser saber mais: http://www.tommyjames.com
PS- Minhas músicas românticas favoritas, ao menos hoje, são Like a Hurricane (Neil Young) e There Is A Light That Never Goes Out (The Smiths), dois delírios apaixonados bem ao meu estilo.. hehe
Escrito por Donizetti às 02h51
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Lídia de Reis
Imperdível! Ela assina como "qualquer uma", mas trata-se de Lídia de Reis, dona dos blogs Mal Traçadas e Ponto, Afinal, ambos aqui no UOL. Não podia deixar de comentar aqui um texto tão bem elaborado e acima de tudo bem-humorado! O primeiro Blog é de crônicas sobre diversos assuntos, de um ponto de vista deliciosamente feminino. Destaque para "Metrossexual é coisa de mulherzinha" e aos textos divididos em partes "Virtualmente Irresistível", oferecendo um curso básico de abordagem para nós homens... Se você amigo também está interessado em conhecer melhor essa desconhecida alma feminina vale a pena esta leitura. Eu continuo não entendendo nada sobre as mulheres, mas aprendi um pouco sobre a visão delas sobre nós e não me sai um sorriso dos lábios, daqueles que ficam quando lemos algo delicioso... O segundo Blog apresenta crônicas e poemas de Lídia, todos muito bons, não deixe de conferir!
Escrito por Donizetti às 21h05
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“Atravessamos o presente de olhos vendados, mal podemos pressentir ou adivinhar aquilo que estamos vivendo. Só mais tarde, quando a venda é retirada e examinamos o passado, percebemos o que foi vivido, compreendendo o sentido do que se passou”.
(Milan Kundera, no conto “Ninguém Vai Rir”)
Escrito por Donizetti às 18h20
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“You say my eyes are crazy eyes/
Sometimes they are and so are you.”
(Perry Farrel – “I Would For You")
“Uma das bandas de definiram o som dos anos 90 não sobreviveu ao ano de 1991”. Assim um crítico referiu-se ao Jane’s Addiction, banda de Perry Farrel. A música genial feita por eles em sua curta carreira (retomada ano passado com o lançamento de um novo disco), não admite rótulos e comparações simplistas, mantendo-se moderna mesmo depois de mais de 10 anos. Farrel sempre se disse admirador da arte alternativa e provocativa, e levava o ato de provocar às últimas conseqüências com sua música e suas apresentações ao vivo, sempre energéticas, com roupas estranhas ou mesmo sem roupa. Uma dica para quem quiser ver uma apresentação ao vivo do Jane’s Addiction é procurar na Internet pelo vídeo-clipe de “The Mountain Song”.
Perry Bernstein nasceu em Nova York e desde muito cedo teve contato com o “submundo” das grandes cidades, representado pelas drogas, ladrões e prostitutas, que acabariam tornando-se suas grandes musas.
A lenda diz que o nome da banda é homenagem a uma prostituta com quem Farrel teria morado, e esta mesma “amiga” apareceria novamente na canção “Jane Says”, do álbum que leva o nome da banda.
Mudou seu nome para Perry Farrel por sua semelhança com a palavra “Peripheral”. Sua primeira banda foi a Psi-Com, que terminou dias antes de sua reunião, em 1986, com Dave Navarro (aquele do Red Hot), guitarrista, Eric Avery, baixista, e Stephen Perkins, baterista.
Começaram fazendo pequenas apresentações em bares e clubes da Califórnia com grande repercussão e público cada vez maior e no ano seguinte, 1987, chegaram ao já citado álbum “Jane’s Addiction”, lançado pelo selo Triple X, que já contava com clássicos como Pigs in Zen, I Would For You e um cover dos Stones, Simpathy For The Devil. Este primeiro trabalho já mostrava o que seria a tônica do Jane’s Addiction durante toda a carreira. A banda mesclava com facilidade o mais puro Hard Rock com ritmos como Folk e Funk; sempre com letras que podiam ser poéticas ou totalmente irônicas e provocativas.
Em 1988, já pela gravadora Warner, a banda lançou seu segundo álbum, “Nothing’s Shocking”. Este foi o disco que colocou definitivamente a banda entre os nomes mais respeitados do cenário indie da época, ao lado dos Pixies (outro post neste blog). Destaque para a faixa “Ocean Size”.
“Ritual De Lo Habitual”, o terceiro disco, surgiu em 1990, e é deste a polêmica e viajante faixa Three Days, que em minha opinião deve ser a primeira música a se ouvir desta banda. É deste disco também o grande sucesso “Been Caught Stealing’, que foi exaustivamente tocada em todas as rádios. Sua turnê de divulgação, que infelizmente não terminou porque a banda acabou em meados de 1991, foi marcante por ter se confundido com a primeira edição do festival indie Lollapalooza, idealizado por Farrel.
O ano de 1997 marcou a volta do grupo para uma curta turnê (I-Its M-My Party Tour) e o lançamento do álbum ao vivo retratado aí do lado, “Kettle Whistle”, que contém também algumas faixas inéditas e raras. Este disco é minha dica para quem quer conhecer a banda, já que os integrantes estão em boa forma e o baixista é o Flea (também do Red Hot), que está com a banda até hoje.
Não sei se todas as dicas de discos aqui serão acompanhadas de textos tão detalhados. É que aproveitei material de uma coluna antiga e fiquei inspirado a escrever por ser esta uma das minhas 318 bandas favoritas. Para conhecer mais: http://www.janesaddiction.com/
Escrito por Donizetti às 18h19
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Porto Alegre, 2003.
Taí uma foto minha. É claro que não colocarei muitas fotos minhas aqui por motivos óbvios, mas acho legal que as pessoas que vão ler minhas impressões saibam como sou... Estava em dúvida sobre fazer um Blog ou Fotoblog e acabei optando pelo primeiro por ser mais maleável, permitindo mais equilíbrio entre texto e imagem. O objetivo aqui é falar sobre música, arte e o que der na telha... Vou publicar aqui textos novos e antigos da coluna "It's Only Rock..." dos tempos de Visconde (para quem não sabe, o jornal dos alunos da FEA-USP, minha antiga faculdade). Também contos, poemas... enfim... O que sei é que provavelmente a periodicidade não será diária... ou será, quem sabe?
A foto escolhida é de Porto Alegre até para fazer uma homenagem à minha nova amiga gaúcha Thaís (o link para o fotolog dela está aí do lado), afinal ela foi quem me incentivou a criar algo do gênero. Valeu pelo papo, moça. Espero te encontrar mais vezes.
Escrito por Donizetti às 04h13
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Pixies no CPF2
Primeiras horas do dia 09/05/2004. Madrugada fria em Curitiba e 8000 sortudos tendo a alegria de ver 28 bombas desta banda sendo detonadas sem pausa. Os sorrisos de Kim Deal durante a apresentação nunca mais vão sair da minha cabeça. Estou apaixonado! Conheça a banda: http://www.4ad.com/artists/catalogue/pixies/
Escrito por Donizetti às 03h53
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